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O início da mediunidade, ao mesmo tempo em que nos deslumbra, nos dá medo e nos traz insegurança. Neste artigo, o autor orienta o médium iniciante, mostrando as diretrizes para o seu desenvolvimento

 

O despertar da mediunidade causa preocupação, medo, insegurança e conflitos. É muito natural.

A primeira certeza que tenho é que não existe nenhum trabalho mediúnico sem a presença de animismo, o mínimo que seja. Mediunidade e animismo, ambos se fazem presentes nas atividades mediúnicas, em menor ou maior grau. O importante é que sejam sadios e, por meio deles, sejam expressas mensagens de conteúdo, mensagens, de fato, úteis à reforma íntima, à evolução individual e coletiva.

 

O problema da vaidade

 O fato é: neste oceano de textos espiritualistas que permeiam a rede mundial de computadores, existem muitas mensagens que, embora positivas, praticamente não possuem conteúdo. Podemos ver, na internet, mensagens falando de amor, mas muito básicas e sem conteúdo, com supostos e autodeclarados médiuns que assinam em nome de mestres ascensionados e ETs de outras galáxias, e muitas pessoas se encantam com esses textos (não pelo conteúdo, mas em razão de serem “mensagens do Alto” ou de outras regiões do cosmo).

O problema do médium é o mesmo problema da humanidade: a vaidade. O início da mediunidade, ao mesmo tempo em que nos deslumbra, nos dá medo e nos traz insegurança. Iremos ouvir críticas ou incentivos, mas nunca poderemos ter certeza de nada: são apenas opiniões externas e alheias. A insegurança nos faz ter necessidade de aprovação pelos supostos médiuns mais experientes, que admiramos. Mas não temos um “Manual de Médium” nem carteirinha carimbada dos espíritos que assinamos.

 A opinião mais importante é a sua, alicerçada em seu discernimento, fundamentado, por sua vez, no estudo (teoria) e no trabalho (prática), baseados na vontade de servir ao próximo e no exercício do autoconhecimento e do autoenfrentamento.

Não há certezas. Não há garantias. A única garantia que lhe dou e de que tenho certeza é que vai chover pedras no seu caminho. Quem começa a mostrar serviço, começa a incomodar as pessoas. Quando as pessoas se incomodam com o nosso trabalho não significa que esses críticos sejam pessoas más. Muitas vezes, possuem boas intenções, mas não têm discernimento e cabedal técnico para entender o seu trabalho. Já ouviu dizer que “porcos tentam comer as pérolas e depois as regurgitam”?

 Então, esta coisa de querer saber se o amparador usa chapéu, qual o nome e a história dele, não importam nem um pouco. Se tiver de descobrir, será espontaneamente, por meio de seu mérito e pela iniciativa do próprio amparador e não sua.

 Outra dica muitíssimo importante: não confie demais na sensitividade, na clarividência, na projeção, na paranormalidade das outras pessoas. Em vez disso, concentre-se em desenvolver a sua mediunidade em bases sólidas e saudáveis. Tenho e tive acesso aos maiores paranormais e projetores do País e percebi que, por vezes, cada um diz uma coisa diferente sobre a mesma questão. Então, quando, ao longo de uma vida, vence-se o próprio ego (no sentido de se vencer o próprio orgulho, a própria vaidade, o egocentrismo), vem uma paz profunda, uma convicção íntima de qual é o caminho certo para si.

E não importa o que diz este ou aquele médium. Estude e aprenda com todos, mas não siga nem acredite cegamente em nenhum deles. Aprenda aos poucos e devagar a confiar mais em si.

 

Autoconhecimento

Uma coisa importante é o autoconhecimento, até mesmo fazer terapia para ir se descobrindo e ir entendendo os conteúdos do próprio inconsciente. Ali reside o nosso ser, quem somos de fato ou, se preferir, nosso animismo.

 Uma técnica simples para quando aparecer uma entidade extrafísica na nossa frente, caso não soubermos se é real, se é positiva, se é negativa, se é apenas uma forma-pensamento, é irradiar energia com suavidade e segurança nela. A energia irá voltar para você e, assim, você fará uma leitura dessa energia e perceberá sensações no seu corpo e em seu campo energético.

Se for uma entidade falsa, ela se revelará ou irá embora. Se for uma forma-pensamento, se dissolverá, se afastará ou revelará inércia. Também poderá ser uma forma-pensamento positiva ou negativa. Se o que vier de volta, após exteriorizar energias, for uma sensação boa, fique tranquilo. Se for uma sensação ruim, continue mandando energia e pense no seu amparo espiritual.

 

Supere o medo!

Mas, lembre-se, nunca sinta medo! O medo abaixa a sua frequência e nutre a força dos obsessores. Melhor ter medo dos vivos, eles, sim, são perigosos.

Estou às ordens para qualquer dúvida. Leia as lições, faças as tarefas e as práticas bioenergéticas de nosso curso e anote tudo. Pode ir comentando comigo. Não sou dono da verdade, mas estou cada dia mais sereno, seguro e tranquilo, com mais vontade e confiança para ajudar as pessoas.

 Muita paz e muito estudo a você meu amigo!

 

Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo
Ao reproduzir o texto, citar o autor e a fonte.

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